Quinta-feira, Maio 28, 2009

Aconteceu...

(De coração a palpitar)



(Suspiro)

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À "minha" Feira de Maio. Se puderem, visitem. E provem um pouco da minha terra, plena de cor, sons, cheiros e Vida :)

Feira de Maio de Azambuja: "a feira mais castiça do Ribatejo".

Momento awkward da semana (II)

Mini-reunião no lab em torno de Natália de Andrade, "O nosso amor é verde".

Estaremos a ficar todos loucos?

Momento awkward da semana (I)

Mini-reunião no lab em torno de um saco de pevides.

Pode?

Sexta-feira, Maio 22, 2009

Há coisas que não deviam mudar

O meu restaurante favorito em Coimbra mudou de gerência. Onde antes comia petiscos bem portugueses agora há pratos de nouvelle cuisine. Já nem falo da ausência do antigo gerente que fazia a casa... agora servirem bacalhau com batata a murro em mini-tachinhos de loiça laranja? Com batatas escondidas? Mais valia o prato chamar-se "bacalhau com batata escondida"...

Pelo menos as sobremesas continuam no nível a que me habituei. Mais sofisticadas, mas deliciosas. Como a companhia :)

Terça-feira, Maio 12, 2009

A nova Princesa do castelo

É preta, tem olho claro e é uma delícia:

Segunda-feira, Maio 11, 2009

No meu dia

A melhor prenda é sentir que sou amada e especial:


E já lá vão 27...

Terça-feira, Abril 07, 2009

A precisar de férias...

Não importa onde e como, o que importa mesmo é conseguir descansar!

Quarta-feira, Abril 01, 2009

"Raios, isto ontem não estava (definitivamente) aqui!"

O sítio onde trabalho está em obras. E, frequentemente, surgem móveis nos corredores. Agora, alguns destes móveis andam a ser postos junto às portas.

Ora, quem sai a mil à hora de uma porta que previamente não tinha móveis dos lados tem de ter um brilhante jogo de cintura para não se estatelar estupidamente num armário ou prateleira...

Terça-feira, Março 31, 2009

Tropecei na Primavera...

Lembro-me perfeitamente de trilhar, entre resmungadelas não próprias para a minha idade, o caminho para casa, quando o Inverno começava a bater à porta. Era obrigada a desviar-me das folhas que caíam das árvores em jeito de brincadeira comigo. Ora me acertavam nos cabelos dando-me um aspecto um tanto caricato, ora se acumulavam no chão em rampa, formando uma armadilha para os mais distraídos. Recordo as árvores, quase despidas, e a minha melancolia, expectante pelo seu tempo.

Hoje percorri o meu caminho de sempre. Olhei o chão e não vi folhas, vi sementes. No ar, uma amálgama de aromas diversos. Consegui reconhecer a flor de laranjeira e loureiros. Quando olhei para cima, dei de caras com um verde florescente. “Raios”, pensei, “Isto estava aqui ontem?”

O Inverno terminou, sem dúvida. E eu, nem me apercebi. É incrível.

Mas porquê?

Quem é que se lembra de pintar um tecto de um corredor, no qual passam centenas de pessoas por dia, em pleno horário de expediente?